O governo está analisando mudanças significativas nas políticas de proteção ao trabalhador como parte de um plano para reduzir os gastos públicos, com o objetivo de economizar entre R$30 bilhões e R$50 bilhões. O Ministério da Fazenda e o ministério do Planejamento estão considerando ajustes que poderiam afetar programas fundamentais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Abono Salarial e o Seguro Desemprego.
Além disso, observa-se a possibilidade de revisões na multa de 40% do FGTS em casos de demissão sem justa causa. O Fundeb também pode passar por modificações, sendo inclusive integrado às novas diretrizes do arcabouço fiscal.
Essas medidas são esperadas para serem anunciadas após o segundo turno das eleições municipais e têm gerado preocupação entre diferentes setores, sendo vistas como impopulares até mesmo por algumas figuras que apoiam o governo.
Não há alternativas
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