


Não há alternativas
Na recente reunião do Conselho do Flamengo, Bap trouxe à tona um assunto crucial sobre a formação da Liga de clubes. Ele enfatizou que o Flamengo não irá arcar com os custos que beneficiariam outros times, fazendo uma comparação direta ao dilema de filhos que dependem dos pais para viver.
Bap afirmou: “Se para estabelecer uma liga no Brasil, o Flamengo precisar pagar pelos demais e se transformar em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), isso não irá acontecer. A verdadeira essência da liga deve ser a união para potencializar os ganhos. Se o total não aumentar, não faz sentido.”
O presidente continuou com sua análise, dizendo: “Se eu possuo um imóvel de valor elevado e o outro, uma moradia menor, ao juntarmos nossos bens, não estamos gerando um progresso real para o futuro. Se eu fosse o único responsável pelo meu dinheiro, tomaria minhas próprias decisões.”
Ele ainda criticou a postura de parceiros comerciais que alegam querer formar uma liga, mas que, na prática, não se comprometem adequadamente. “É como querer sair de casa, mas ainda deixar as contas para os pais pagarem. O Flamengo não pode se colocar nesse papel.”
A discussão girou em torno da necessidade de uma abordagem mais justa e colaborativa para o desenvolvimento do futebol brasileiro, um tema que continua a gerar intensos debates entre torcedores e dirigentes.

Enviado a 10 meses atrás
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