


Não há alternativas
A Itália voltou a apostar em Ekaterina Antropova na saída de rede e a escolha deu resultado na vitória sobre o Japão, em Pasig City, nas Filipinas. O ajuste feito pelo técnico italiano recolocou a jogadora na função de oposta e ajudou a seleção a construir um triunfo sólido, em um confronto direto importante na tabela da competição.
A mudança chama atenção porque Antropova vinha sendo testada em outra configuração, mais próxima da entrada de rede. Desta vez, porém, a comissão técnica optou por devolvê-la à posição em que costuma render mais, enquanto Omoruyi e Nervini ficaram nas pontas. A formação funcionou bem e deu à Itália mais equilíbrio ofensivo, com distribuição de pontos entre as principais atacantes.
No jogo, Antropova foi a maior pontuadora, com 17 pontos, incluindo um bloqueio e um ace. Nervini e Omoruyi também chegaram a dois dígitos, com 10 pontos cada, o que reforça a força coletiva da equipe italiana. Fahr contribuiu com 9 pontos, enquanto L. Nwakalor somou 8, em uma atuação que mostrou variedade de recursos e consistência nos momentos decisivos.
Do lado japonês, Ishikawa terminou com 12 pontos, seguida por Yamada, com 11. Wada e Sato marcaram 9 pontos cada, mas o volume ofensivo não foi suficiente para segurar a Itália ao longo da partida. A seleção asiática segue competitiva na disputa, mas saiu atrás em um duelo que pesa na classificação.
Com o resultado, a Itália aparece na terceira colocação da tabela, com 6 vitórias e 18 pontos. O Japão, também com 6 triunfos, ocupa o quinto lugar, mas soma 16 pontos. A diferença é pequena, o que mantém a briga por posições bastante apertada nesta fase do torneio.
A vitória italiana ganha ainda mais relevância porque confirma a força do elenco em um momento em que cada ponto pode fazer diferença na reta final da competição. Em torneios de alto nível, ajustes de formação e leitura de jogo costumam ser decisivos, e a volta de Antropova à função de oposta mostrou que o técnico italiano encontrou uma solução eficiente para este confronto.
Para o Japão, o resultado não elimina a competitividade da equipe, mas aumenta a necessidade de recuperação nas próximas rodadas. Já a Itália sai fortalecida, com uma atuação segura e uma distribuição ofensiva que pode ser importante para os desafios seguintes.

Enviado a 2 dias atrás
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