


Não há alternativas
O Ministério Público de São Paulo iniciou um inquérito civil para averiguar se a crise administrativa e financeira do Corinthians alcançou um ponto que justifique a intervenção judicial na gestão do clube. A portaria, assinada pelo promotor Luiz Ambra Neto, caracteriza a situação como “gravíssima” e indica a possibilidade de irregularidades nas gestões recentes, o que pode levar à nomeação de um administrador provisório.
Essa investigação foi motivada por uma representação do promotor Cássio Conserino, que destacou uma “desordem administrativa” e “fragilidade econômica”, elementos que podem impactar o funcionamento do clube. O MP faz referência ao artigo 49 do Código Civil, que possibilita a intervenção quando uma associação não cumpre suas finalidades ou atua em desacordo com a legislação.
Além disso, a Promotoria menciona indícios de práticas ilegais, um histórico de inadimplência e o impacto social significativo relacionado ao Corinthians, destacando a relevância pública da apuração. O clube será notificado e terá um prazo de 20 dias para fornecer explicações. Embora o processo ocorra sob sigilo, a portaria é pública, permitindo a colaboração de terceiros na investigação.

Enviado a 8 meses atrás
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