


Não há alternativas
Robinho compartilha detalhes de sua rotina na penitenciária de Tremembé, afirmando não ter privilégios: “A experiência é a mesma que a dos outros reeducandos.”
Ele relata que todos os aspectos do seu dia a dia, como alimentação e horários de sono, são idênticos aos dos demais internos. “Nunca provei comida diferente ou recebi tratamento especial. Durante o horário de trabalho, realizo as mesmas atividades que os outros”, explica. Ele também menciona que, nos domingos em que não há trabalho, os reeducandos têm a oportunidade de jogar futebol.
Sobre as visitas, Robinho conta que elas ocorrem durante os sábados e domingos, recebendo a presença de sua esposa e filhos. Ele refuta os rumores que circulam sobre sua suposta liderança ou problemas psicológicos, afirmando que nunca precisou de medicação. “Apesar das dificuldades de estar em uma penitenciária, mantenho uma boa mentalidade e sigo as mesmas regras que todos os outros”, ressalta.
Robinho enfatiza que a finalidade do sistema é a reeducação e ressocialização dos indivíduos que cometeram erros. “Nunca exerci qualquer tipo de liderança aqui; quem está no comando são os guardas, e nós seguimos as orientações deles”, conclui.

Enviado a 9 meses atrás
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