


Não há alternativas
A Anac apura se o helicóptero de prefixo PP-MAC, envolvido na colisão aérea registrada no Rio de Janeiro no domingo, 14, fazia transporte aéreo clandestino. A aeronave já estava sob monitoramento da agência desde 2025, após uma denúncia de voo irregular, e os responsáveis foram autuados por recusa de informações durante a apuração administrativa.
Segundo as informações disponíveis, o helicóptero levava o piloto Alexandre Souza e os passageiros Lucas Frota, Oliver Tree, Gaspi e Lucas Vignale quando seguia para Angra dos Reis. O outro helicóptero, que tinha apenas o piloto Charles Marsillac, fazia o trajeto em direção à Região Serrana. Os dois aparelhos colidiram e caíram no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio.
A queda provocou incêndio e atingiu pelo menos 20 veículos elétricos, ampliando os danos no local. O episódio mobilizou autoridades e abriu uma investigação para esclarecer as circunstâncias da colisão, que ainda depende de apuração técnica e documental.
A Polícia Civil também investiga o caso e aguarda o laudo do Cenipa, órgão responsável por análises ligadas à segurança de ocorrências aeronáuticas. Até o momento, a Anac confirmou apenas que a PP-MAC estava sob fiscalização por suspeita de transporte clandestino, sem concluir se essa era, de fato, a atividade exercida pela aeronave no momento do acidente.
A apuração segue em andamento e deve reunir elementos da investigação policial, da análise técnica do Cenipa e da fiscalização administrativa da Anac. O caso ganhou peso não só pela colisão em si, mas também pela suspeita de operação irregular envolvendo uma das aeronaves.

Enviado a 2 horas atrás
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