


Não há alternativas
Atenção para um dos principais acontecimentos!
Não há garantias de que a situação da McLaren não se repetirá. Durante o Grande Prêmio do Brasil, a FIA observou que, embora todos os carros estivessem soltando faíscas, não foram encontrados danos na barra sob o assoalho.
Foi identificado que havia inserções especiais feitas de liga de titânio. A FIA levantou suspeitas de que, ao atacarem, o material aqueceu, protegendo a barra, que acabava se projetando ainda mais. Quando os pilotos retornam aos boxes, o metal esfria, e tudo retoma sua forma original.
Vale destacar que a proibição dessa prática foi instaurada antes da qualificação principal no Brasil, o que indica que é improvável que a McLaren tenha se envolvido nisso. No entanto, essa situação levanta questões, especialmente após o recente desempenho peculiar da equipe em Las Vegas.
Aguardamos ansiosamente o veredicto, pois a FIA inspecionou todos os 10 carros pontuando quanto ao desgaste das barras. Espera-se que situações semelhantes ocorram no Catar e em Abu Dhabi, pois, se existem suspeitas de que alguém encontrou uma brecha nas regras…
Muitas revelações têm surgido. Vários insiders notaram que, ao final do verão, a Red Bull parece ter decifrado o “código das vitórias” da McLaren, que está ligado à gestão da parte traseira da barra. Por isso, Max Verstappen teve um desempenho tão impressionante.
A verdade sobre isso ainda é incerta, mas o Grande Prêmio de Las Vegas expôs a equipe Papaya, e é claro que o final da temporada não será tão tranquilo.

Enviado a 8 meses atrás
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