


Não há alternativas
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) manifestou preocupação com as consequências do recente aumento no preço do querosene de aviação (QAV). A Petrobras anunciou um reajuste médio de 18% no QAV, que entrou em vigor na última sexta-feira, 1º de janeiro de 2026, o que resulta em um acréscimo aproximado de R$ 1 por litro.
Este é o terceiro aumento de preços do QAV desde que começaram os conflitos no Oriente Médio, o que levanta questões sobre a sustentabilidade do setor aéreo diante de tais flutuações. A Abear enfatizou que a continuidade dos reajustes de combustível pode afetar não apenas os custos operacionais das companhias aéreas, mas também os preços das passagens, impactando diretamente o consumidor.
O setor aéreo brasileiro já enfrenta desafios significativos, e o novo aumento no QAV é visto como um fator que potencialmente complicará ainda mais a recuperação após os anos de pandemia e instabilidades econômicas. A situação exige atenção e medidas que possam mitigar os impactos negativos, conforme as empresas aéreas e a associação buscam estratégias para navegação em um cenário tão volátil.

Enviado a 3 meses atrás
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