


Não há alternativas
O Flamengo enfrentou a polêmica nas últimas horas, após a decisão de dispensar a equipe de remo paralímpico, gerando críticas contundentes dos atletas. Gessyca e Michel Pessanha, representantes da modalidade, expressaram sua insatisfação, afirmando que a nova gestão do clube, sob a liderança de Bap, não está alinhada com os princípios de inclusão e apoio às pessoas com deficiência.
Durante uma reunião no clube, Gessyca alegou que a justificativa para o fim do pararemo não se baseava em questões financeiras, mas sim em uma suposta falta de acessibilidade e uma declaração do presidente indicando que a presença de atletas com deficiência não seria desejada. Os atletas de remo paralímpico, que dedicaram anos ao Flamengo, se sentiram desrespeitados pela falta de explicações sobre a decisão.
Michel Pessanha, veterano da equipe, acrescentou que nunca havia sentido tal exclusão em gestões anteriores. Ele lamentou a mudança de postura do clube, que se diz comprometido com causas sociais, mas tomou uma atitude que contraria a ideia de inclusão.
A situação levanta questões importantes sobre a gestão do Flamengo e seu compromisso com a diversidade no esporte. A exclusão do remo paralímpico pode impactar a imagem do clube, que se esforça para construir uma cultura de representatividade no futebol e em outras modalidades. A resposta da diretoria e a repercussão entre os torcedores e a comunidade esportiva serão cruciais para o futuro do clube.

Enviado a 6 meses atrás
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