


Não há alternativas
Casagrande voltou a criticar o ambiente da Seleção Brasileira ao comentar o suposto lobby de jogadores para que Neymar use a camisa 10 na Copa do Mundo de 2026. Em sua avaliação, o ex-atacante enxergou submissão do grupo ao camisa 10 e afirmou que alguns atletas estariam agindo como “súditos” do craque.
A declaração foi feita em meio ao debate sobre o peso de Neymar no elenco e sobre a disputa simbólica pela camisa mais tradicional da Seleção. Casagrande disse que, primeiro, houve pressão para a convocação do jogador e, agora, surgiria uma movimentação para que ele assuma novamente a 10, mesmo sem, na visão dele, haver condições para isso.
No comentário, o ex-jogador citou nomes como João Pedro, Raphinha e Vinícius Jr. ao falar sobre a postura de parte do grupo. Ele também afirmou que vê falta de personalidade em alguns atletas da Seleção e classificou o momento como um dos mais frágeis nesse aspecto entre os grupos que acompanham a preparação para o Mundial de 2026.
A fala amplia uma discussão que costuma ganhar força sempre que Neymar entra no centro do noticiário da Seleção Brasileira. Além do peso técnico, a presença do atacante mexe com hierarquia, liderança e expectativa da torcida, especialmente em um ano de Copa do Mundo, quando cada detalhe da montagem do elenco passa a ser observado com lupa.
Para o torcedor brasileiro, o tema vai além da camisa 10. Ele toca diretamente na construção da equipe, na definição de titulares e no equilíbrio entre talento individual e força coletiva, pontos que costumam pesar muito em torneios de tiro curto como o Mundial.

Enviado a 2 meses atrás
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