


Não há alternativas
O Corinthians pode ter mais uma saída importante no meio do ano, e o nome da vez é Hugo Souza. Além de Yuri Alberto, o goleiro também tem um acordo para ser negociado caso chegue uma proposta considerada boa pela diretoria, em um movimento que pode mexer diretamente com o elenco alvinegro em 2026.
Segundo o conteúdo base, o presidente Osmar Stábile já sabe do desejo de Hugo Souza de atuar na Europa e prometeu ao estafe do jogador que facilitará uma negociação se aparecer uma oferta acima de 13 milhões de euros por 60% dos direitos econômicos. O goleiro teria ficado mexido com a proposta do Milan no fim do ano passado, quando a oferta previa um salário três vezes maior do que o atual.
No caso de Yuri Alberto, o acordo é diferente: o Corinthians aceitaria vendê-lo em caso de proposta acima de 20 milhões de euros pelos 50% que detém do atacante. Os outros 50% pertencem ao Zenit, o que também pesa em qualquer negociação futura envolvendo o jogador.
Além deles, outros nomes do elenco também aparecem no radar do mercado. Os volantes André e Breno Bidon podem receber propostas, com valores estimados em cerca de 20 milhões de euros e 25 milhões de euros, respectivamente. Já Matheuzinho e Matheus Bidu também estão valorizados internamente e o clube acredita que ambos podem despertar interesse.
Esse cenário mostra que o Corinthians pode viver um período de movimentação forte no mercado, com saídas capazes de alterar a base do time para a sequência da temporada. Em um ano em que cada decisão pesa ainda mais para o planejamento esportivo e financeiro, o clube tenta equilibrar necessidade de caixa, valorização de ativos e competitividade dentro de campo.
Para o torcedor, a situação ganha ainda mais atenção porque envolve jogadores importantes e nomes que podem definir o rumo do Corinthians nos próximos meses. Se as propostas realmente chegarem, o clube terá de decidir entre manter peças-chave ou abrir espaço para uma reformulação que pode impactar diretamente o restante de 2026.

Enviado a 2 meses atrás
Não há alternativas
Não há alternativas
Não há alternativas
