


Não há alternativas
O cantor d4vd foi indiciado por homicídio qualificado na morte de Celeste Rivas Hernandez, uma adolescente de apenas 14 anos. O anúncio das acusações foi feito pelo promotor público do Condado de Los Angeles, Nathan Hochman, em 20 de abril de 2026, quatro dias após a detenção do artista.
De acordo com as alegações, Celeste teria ido à casa de d4vd e não foi mais vista. Em setembro de 2025, seus restos mortais parcialmente decompostos foram encontrados no porta-malas frontal de um veículo Tesla registrado em nome do cantor. A promotoria sustenta que d4vd teria assassinado a jovem para evitar que ela revelasse os supostos atos sexuais que ele teria cometido enquanto ela ainda era menor.
Além do homicídio qualificado, o cantor também enfrenta acusações por atos libidinosos contínuos com menor de 14 anos e mutilação de cadáver. As consequências legais do caso são graves, uma vez que, dependendo do desdobramento das investigações, a pena pode incluir a morte ou prisão perpétua sem possibilidade de liberação.
Os advogados de d4vd defendem a inocência do cliente, afirmando que as “evidências reais” provarão sua não culpabilidade. Atualmente, o cantor se encontra detido sem direito a fiança, e o caso continua a chamar a atenção da mídia e do público.
O desdobramento deste processo terá implicações significativas não apenas na vida de d4vd, mas também na discussão em torno de questões de abuso e crimes contra menores. Enquanto o caso se desenrola, a sociedade acompanha atentamente os próximos passos da investigação e suas repercussões no meio artístico e na legislação referente à proteção de menores.

Enviado a 3 meses atrás
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