


Não há alternativas
Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, convocou uma manifestação em Havana para mobilizar apoio na América Latina contra os Estados Unidos, à qual compareceram milhares de pessoas. Durante o evento, o líder cubano denunciou a tentativa dos EUA de depor o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmando que Washington não possui a autoridade para remover o mandatário venezuelano à força.
Díaz-Canel criticou as ações dos EUA, considerando-as uma forma de “terrorismo de Estado” e “neofascismo” com a intenção de se impor às nações. O encontro celebrou a aliança entre Cuba e Venezuela, com bandeiras dos dois países sendo agitadas por participantes. O embaixador venezuelano em Cuba, Orlando Maneiro, também esteve presente na manifestação, reforçando o laço entre as nações.
Como contraponto, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, comentou que o governo cubano deveria se preocupar com as possíveis consequências de sua postura em relação a Maduro, em meio a um cenário de crescente tensão regional.
Essa mobilização em Havana é um reflexo das crescentes tensões entre os governos da América Latina e os interesses norte-americanos na região, que historicamente têm levado a conflitos diplomáticos e influência política. O evento destaca a busca de Cuba por apoio em um contexto onde os laços entre os países latino-americanos se tornam cada vez mais relevantes para a geopolítica da região.

Enviado a 7 meses atrás
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