


Não há alternativas
O empresário André Cury tentou modificar o plano de pagamentos do Corinthians dentro do Regime Centralizado de Execuções, mas a Justiça negou sua solicitação.
Cury argumentou que contratos firmados pelo clube demonstram que a situação financeira do Corinthians não justifica a concessão de um plano de pagamento ou qualquer tratamento privilegiado no processo coletivo. No entanto, o Judiciário desconsiderou as alegações do empresário e advertiu que poderia aplicar uma multa se ele persistisse nas reclamações relacionadas ao RCE.
O Regime Centralizado de Execuções do Corinthians foi iniciado no final do ano passado, com o objetivo de centralizar as dívidas do clube relacionadas a ações judiciais em São Paulo. O total da dívida gira em torno de R$ 367 milhões, e a equipe buscava um plano para quitá-las.
Recentemente, a Justiça sinalizou preocupação com a demora no processo e concedeu um prazo de 15 dias para que o clube apresente uma proposta de pagamento revisada. O Corinthians deu início ao processo no RCE há quase sete meses (29 de novembro de 2024), mas até o momento, ainda não tomou as medidas necessárias para iniciar o pagamento aos credores.
Desde então, diversas empresas têm recorrido, contestando ou tentando invalidar o RCE do clube.

Enviado a 1 ano atrás
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