


Não há alternativas
Um engenheiro da DeepMind criou um mapa completo de Nova York sem escrever uma linha de código. O projeto consiste em um mapa isométrico interativo em pixel da cidade, no estilo do jogo SimCity 2000. Nele, ruas, quarteirões e edifícios estão dispostos em escala real, permitindo que os usuários explorem a metrópole diretamente no navegador.
O diferencial deste trabalho está no fluxo de trabalho utilizado. Dados em 3D, provenientes do CityGML e dos Tiles 3D do Google Maps, são renderizados por meio de uma câmera isométrica, formando uma base estrutural. Esses renders são então transformados em cenas pixel art utilizando modelos generativos, como o Nano Banana Pro e um modelo ajustado do Qwen Image-Edit. Além disso, as coordenadas de edifícios e seus metadados são monitorados para garantir que as gerações sejam posicionadas de forma consistente ao longo do mapa.
O resultado final não é uma arte desenhada à mão nem uma programação tradicional, mas sim uma ilustração do potencial da automação e dos agentes substituiram processos manuais, mesmo na construção de mundos visuais. Essa inovação representa um avanço significativo em como as tecnologias podem se unir para criar experiências interativas e imersivas.
A relevância desse projeto para o ecossistema inovador é evidente, já que demonstra como técnicas de inteligência artificial e modelos generativos podem transformar a forma como interagimos com informações geográficas. Em um momento em que a digitalização e a visualização de dados são cada vez mais cruciais para o desenvolvimento de soluções inteligentes nas áreas de planejamento urbano e design, essa iniciativa abre caminho para novas possibilidades no setor de tecnologia e entretenimento.

Enviado a 6 meses atrás
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