


Não há alternativas
A deputada Erika Hilton, do Psol de São Paulo, reagiu publicamente ao processo de cassação de seu mandato que está em andamento no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Na última terça-feira, o colegiado aprovou, por 10 votos a 5, o prosseguimento da Representação nº 8 de 2026, apresentada pelo Partido Missão, que acusa a parlamentar de quebra de decoro parlamentar. A ação tem como base publicações feitas por Erika em sua rede social e pode levar à perda do mandato.
Erika Hilton classificou o processo como uma perseguição política e uma “mentira”, destacando que a iniciativa estaria ligada à sua atuação em defesa de trabalhadores, mulheres e grupos marginalizados. A deputada criticou tanto políticos de direita quanto membros da esquerda que, segundo ela, se uniram para tentar derrubá-la. Ela afirmou que não vai se intimidar e ressaltou que a presença de pessoas como ela nos espaços de poder precisa ser aceita.
O caso ganhou repercussão por envolver uma figura pública que tem se destacado por pautas sociais e direitos humanos. O Conselho de Ética da Câmara é responsável por analisar condutas de parlamentares e pode recomendar sanções que vão desde advertências até a cassação do mandato. A tramitação do processo contra Erika Hilton segue agora para as próximas etapas previstas no regimento interno da Casa.
A deputada tem se posicionado de forma firme em temas relacionados à inclusão social e à defesa de minorias, o que tem gerado tanto apoio quanto críticas no meio político. O desdobramento desse processo pode ter impacto na representação dessas pautas no Congresso, além de refletir as tensões políticas atuais.
Até o momento, não há decisão final sobre o caso, que permanece em análise no Conselho de Ética. A situação segue em acompanhamento, e novos capítulos podem surgir conforme o andamento da investigação e das votações internas.

Enviado a 7 horas atrás
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