


Não há alternativas
O gramado do Estádio de São Januário não passa por uma troca total há aproximadamente 20 anos. Apesar de algumas manchas na grama que podem ser percebidas, esses detalhes não comprometem a jogabilidade das partidas.
Lucas Pedrosa, diretor técnico da Greenleaf, empresa encarregada da manutenção do gramado, explica que essas manchas são mutações naturais da grama. “Essa é uma grama antiga e não certificada. O campo pode ter passado por alguma forma de estresse, mas essas mutações são normais e não impactam a qualidade do gramado”, afirma. Ele reforça que não há problemas de manejo ou falta de procedimentos que possam afetar a performance do campo. “As mutações são estéticas e não interferem na trajetória da bola, nem tornam o jogo mais lento ou rápido.”
Histórico do gramado: a última troca completa ocorreu há cerca de 20 anos. Em 2011, o campo recebeu uma troca parcial e, antes da Copa do Mundo de 2014, passou por uma reforma para se tornar um centro de treinamentos. Desde então, mantém-se sob manejo contínuo e alguns ajustes pontuais, sem trocas total.
O foco na manutenção garante que, apesar da idade e das mutações, o campo siga em condições adequadas para as competições.

Enviado a 10 meses atrás
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