


Não há alternativas
Raimunda Veras Magalhães, ex-assessora de Flávio Bolsonaro, foi presa sob a acusação de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao seu filho, Adriano Nóbrega. Nóbrega, ex-integrante da milícia conhecida como “Escritório do Crime”, foi morto em 2020 durante uma operação policial na Bahia.
As investigações conduzidas pelo Ministério Público revelaram que Adriano Nóbrega controlava pontos de jogo do bicho em Copacabana e mantinha associações com o bicheiro Bernardo Bello. Desde a sua morte, a apuração se estendeu para a atuação de empresas que supostamente movimentaram cerca de R$ 8,5 milhões a partir de atividades ilícitas.
Raimunda é suspeita de fazer parte de uma rede de indivíduos e empresas que teriam sido utilizadas para “receber, movimentar e ocultar valores oriundos do jogo do bicho”. Este desdobramento levanta questionamentos sobre a extensão da corrupção e do crime organizado na região e seus vínculos com figuras políticas.
A detenção de Raimunda Veras Magalhães pode sinalizar um aprofundamento das investigações em torno das conexões entre o crime organizado e a política fluminense, além de potencialmente afetar a imagem de Flávio Bolsonaro, que já enfrentou críticas por sua relação com Nóbrega, o qual foi homenageado com uma moção de louvor na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Enviado a 4 meses atrás
Não há alternativas
Não há alternativas
Não há alternativas
