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O ex-ministro Raul Jungmann faleceu neste domingo (18) em Brasília, aos 73 anos, devido a complicações de um câncer no pâncreas, conforme confirmado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), onde era presidente desde 2022. Jungmann estava internado desde sábado (17) e enfrentava um período de internações que começou em novembro de 2025.
Raul Jungmann teve uma carreira política de destaque no Brasil, ocupando cargos importantes em diferentes governantes. Durante a presidência de Fernando Henrique Cardoso, ele dirigiu o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Ministério de Políticas Fundiárias. Posteriormente, em 2016, na gestão Michel Temer, assumiu o Ministério da Defesa e, em 2018, fez história ao se tornar o primeiro Ministro da Segurança Pública do Brasil. Nesse cargo, ele coordenou operações de Garantia da Lei e da Ordem, um mecanismo usado em situações de crise.
Natural de Pernambuco, Jungmann também teve uma sólida trajetória política regional, incluindo três mandatos como deputado federal e uma passagem pela Câmara Municipal do Recife. Ele atuou em diversas legendas políticas e teve um papel significativo como presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), além de ter sido vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Sanguessugas.
O velório de Jungmann ocorrerá em uma cerimônia reservada, refletindo sua trajetória marcada por uma série de contribuições para a política e a gestão pública no Brasil. A morte do ex-ministro gera repercussões significativas no cenário político, dado seu envolvimento em áreas essenciais como segurança e defesa.

Enviado a 6 meses atrás
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