


Não há alternativas
Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, foi detido na manhã desta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, por agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Sua prisão está relacionada às investigações em curso sobre o caso do Banco Master, que envolve denúncias de gestão fraudulenta, desvio de recursos e corrupção no fundo de pensões dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro.
Antunes já havia formalizado sua renúncia ao cargo em janeiro deste ano, após a divulgação das operações da Polícia Federal que investigavam irregularidades na administração do fundo. As apurações revelaram que o ex-presidente estava envolvido em operações que colocaram em risco o patrimônio de aproximadamente 235 mil aposentados e pensionistas do estado, com foco em nove aplicações financeiras realizadas na instituição entre 2023 e 2024.
Os investimentos do Rioprevidência no Banco Master atingem cerca de R$ 1 bilhão e envolvem títulos de investimento classificados como de alto risco, os quais não têm a proteção do Fundo Garantidor de Crédito, o FGC. A situação levanta sérias preocupações sobre a segurança financeira dos servidores públicos do Rio, que dependem desses recursos para garantir sua aposentadoria.
Esse desdobramento dentro do escândalo em torno do Banco Master pode ter implicações significativas para a política de investimentos do fundo previdenciário e para a confiança dos servidores na gestão de seus recursos. As investigações da Polícia Federal ressaltam a necessidade de transparência e responsabilidade na administração dos fundos públicos.

Enviado a 4 meses atrás
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