


Não há alternativas
A FIFA vai pagar cerca de 11 mil dólares por dia, o equivalente a aproximadamente R$ 55 mil, aos clubes por cada jogador convocado para a Copa do Mundo de 2026. A medida faz parte do programa de benefícios da entidade para a competição e reforça o peso financeiro do torneio também fora das quatro linhas.
Na prática, o valor é uma compensação diária destinada às equipes que liberarem atletas para o Mundial. A ideia é reconhecer o impacto que a convocação causa no calendário dos clubes, especialmente em um ano de Copa do Mundo, quando seleções e campeonatos convivem com uma agenda mais apertada.
O programa de benefícios da FIFA para a Copa do Mundo de 2026 prevê uma distribuição total de 355 milhões de dólares entre os clubes, em uma ampliação importante em relação às edições anteriores. Além da fase final do torneio, a regra também contempla jogadores cedidos durante as eliminatórias, o que amplia o alcance da compensação.
Para os clubes brasileiros e de outros mercados, a notícia ganha relevância porque a convocação de um atleta para a Seleção Brasileira ou para qualquer outra seleção pode significar não só prestígio esportivo, mas também retorno financeiro. Em um cenário de preparação para o Mundial, cada nome chamado passa a ter impacto dentro e fora de campo.
A Copa do Mundo de 2026, que será disputada em Canadá, México e Estados Unidos, já movimenta bastidores, planejamento e negociações em várias partes do futebol. Nesse contexto, a compensação da FIFA ajuda a aliviar parte do custo de liberar jogadores em uma temporada que tende a ser decisiva para clubes, seleções e torcedores.
Por isso, o tema segue no centro da atenção do futebol mundial: além da disputa pelo título, a Copa do Mundo também mexe com a estrutura financeira dos clubes e com a preparação das seleções, especialmente da Seleção Brasileira, que costuma ter grande presença de atletas atuando em alto nível no cenário internacional.

Enviado a 2 semanas atrás
Não há alternativas
Não há alternativas
Não há alternativas
