


Não há alternativas
O Goldman Sachs projeta que os investimentos em inteligência artificial (IA) alcançarão US$ 765 bilhões em 2026, com crescimento para US$ 1,6 trilhão anuais até 2031, totalizando US$ 7,6 trilhões em seis anos. Esse montante será distribuído principalmente entre gastos com capacidade computacional, data centers e energia.
De acordo com o relatório, US$ 5,1 trilhões serão destinados à capacidade de processamento, US$ 2,1 trilhões para a infraestrutura de data centers e US$ 358 bilhões para o fornecimento de energia. A análise destaca que a Nvidia deve capturar cerca de 75% dos investimentos em capacidade computacional, posicionando a empresa como a maior beneficiária direta desse crescimento no setor de IA.
Além disso, o documento aponta que os data centers para IA exigem uma infraestrutura muito mais robusta, com o consumo de energia por rack subindo de 5-15 kW em instalações tradicionais para mais de 500 kW em centros de processamento de próxima geração. Essa demanda crescente beneficia empresas especializadas em infraestrutura, como a Vertiv, focada em sistemas de resfriamento líquido e energia, e a Vistra, que pode se beneficiar do aumento na procura por contratos de energia nuclear de longo prazo para sustentar esses centros.
O estudo do Goldman Sachs reforça que chips, data centers e energia formam as três camadas essenciais para qualquer implementação de IA, e que o capital está sendo direcionado simultaneamente para esses segmentos, refletindo a complexidade e a escala da transformação tecnológica em curso.

Enviado a 2 semanas atrás
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