


Não há alternativas
Guilherme Cortez, deputado estadual pelo PSOL em São Paulo, declarou em recente entrevista sua posição política como trotskista, criticando a figura de Joseph Stalin. Cortez argumentou que Stalin foi responsável pela negação dos princípios do marxismo ao abandonar o internacionalismo proletário, uma das bases fundamentais da ideologia socialista.
O deputado destacou a importância do internacionalismo na luta dos trabalhadores e apontou que a política stalinista se afastou desse conceito central, promovendo uma abordagem que, segundo ele, prejudicou a união dos proletários em nível global. Essa declaração surge em um contexto de crescente debate sobre as ideologias de esquerda no Brasil, especialmente entre as novas gerações de políticos que buscam resgatar conceitos clássicos do socialismo.
Cortez, que tem se tornado uma figura proeminente no PSOL, reforçou a relevância do trotskismo como uma alternativa viável à tradição histórica do comunismo mais próximo de Stalin. Sua fala propõe um diálogo sobre alternativas marxistas contemporâneas e busca compreender as lições do passado para moldar as lutas sociais atuais.
Essas declarações podem gerar repercussões dentro do próprio partido e na sociedade civil, especialmente em um momento em que a esquerda brasileira está sendo reavaliada diante de novas demandas sociais e políticas.

Enviado a 4 meses atrás
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