


Não há alternativas
A inflação dos Estados Unidos acelerou em maio, mas o núcleo da inflação veio abaixo do esperado e ajudou a aliviar parte da pressão sobre os mercados. Os preços ao consumidor subiram 0,5% na comparação mensal, enquanto a inflação subjacente avançou 0,2%, abaixo da projeção de 0,3% dos economistas.
Na base anual, a inflação cheia chegou a 4,2%, o maior nível em três anos, puxada principalmente pela alta dos preços de energia ligada ao conflito com o Irã. Já o núcleo da inflação ficou em 2,9%, em linha com as expectativas. Esse indicador é acompanhado de perto porque exclui itens mais voláteis, como energia e alimentos, e costuma ser usado para medir a tendência mais persistente dos preços.
A leitura foi recebida de forma positiva nos mercados. Os futuros do S&P 500 recuperaram parte das perdas registradas mais cedo após a divulgação, enquanto as apostas sobre a política monetária do Federal Reserve permaneceram praticamente inalteradas.
Somado ao relatório forte de empregos da semana passada, o dado reforça a leitura de que o Fed deve manter os juros sem बदलावos na próxima reunião. A inflação continua elevada, mas a ausência de uma surpresa negativa no núcleo deu aos formuladores de política monetária mais espaço para esperar antes de mudar a estratégia.

Enviado a 6 dias atrás
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