


Não há alternativas
A recente contribuição de Daniel Vorcaro na Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Atlético-MG levantou preocupações devido à origem de fundos que possivelmente estão associados ao PCC.
Documentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) indicam que o Galo Forte FIP, utilizado por Vorcaro para adquirir 26,9% da Galo Holding S.A., possui uma estrutura semelhante àquela investigada na Operação Carbono Oculto.
Em novembro de 2023, Vorcaro fez um investimento de R$ 100 milhões para se tornar sócio da SAF do Atlético, e em julho de 2024, ele ampliou sua participação com mais R$ 200 milhões. Esses valores estão devidamente registrados na CVM, confirmando os dados divulgados pelo clube.
Com esse investimento, Vorcaro passa a possuir 26,9% da Galo Holding S.A., que controla a SAF. As ações restantes são distribuídas entre Rubens e Rafael Menin (55,7%), Ricardo Guimarães (8,4%) e o FIGA, um fundo de torcedores com 9% de participação.
De acordo com o Ministério Público de São Paulo, os fundos Olaf e Hans, mencionados no contexto dos investimentos, são considerados fundamentais para a estrutura do crime organizado em investigação, sendo utilizados para diversas atividades ilegais, especialmente para ocultação e lavagem de dinheiro.

Enviado a 9 meses atrás
Não há alternativas
Não há alternativas
Não há alternativas
