


Não há alternativas
A defesa de Juliana Oliveira manifestou sua indignação diante do arquivamento do caso em que ela alega ter sido estuprada por Otávio Mesquita. Os advogados sustentam que o Ministério Público desconsiderou um vídeo que poderia evidenciar a agressão e uma confissão do acusado, o que, segundo eles, exemplifica a desvalorização das denúncias feitas por mulheres negras.
Os representantes legais de Juliana prometem recorrer da decisão, enquanto Mesquita declarou sentir-se aliviado com o desfecho do caso.

Enviado a 8 meses atrás
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