


Não há alternativas
A Justiça Federal determinou a soltura do cantor MC Poze do Rodo na última quarta-feira, 13 de julho de 2026, após a concessão de um habeas corpus. O artista estava preso preventivamente como parte da Operação Narco Fluxo, que investiga esquemas de lavagem de dinheiro, apostas ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas. A juíza Sylvia Marlene de Castro Figueiredo estabeleceu uma série de medidas cautelares que devem ser cumpridas pelo cantor após sua liberação, incluindo a obrigatoriedade de comparecer a todos os atos do processo, informar qualquer mudança de endereço, se apresentar mensalmente em juízo e não deixar a cidade por mais de cinco dias sem autorização prévia, além de ter que entregar seu passaporte.
A decisão da Justiça segue uma batalha jurídica em torno da liberdade do artista. Anteriormente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já havia ordenado a soltura de MC Poze, no entanto, a Justiça Federal situada em Santos manteve sua prisão preventiva com a alegação da necessidade de investigação aprofundada.
Durante seu período de detenção, MC Poze esteve no Presídio Joaquim Ferreira, em Bangu 8, localizado no Complexo de Gericinó, no estado do Rio de Janeiro. O advogado do cantor, Fernando Henrique Cardoso Neves, expressou satisfação com a decisão da Justiça e enfatizou que realizará a retirada do artista do presídio em breve.
Este caso expõe uma parte da complexa rede de ilegalidades associadas a apostas e tráfico que a Operação Narco Fluxo busca desmantelar. A liberação de MC Poze não encerra a investigação, que continua sendo acompanhada de perto pelas autoridades, trazendo à tona questões sobre o envolvimento de figuras públicas em atividades ilícitas. Assim, a repercussão do caso na mídia e entre os fãs pronuncia um debate mais amplo sobre a influência desses eventos na vida de artistas no Brasil.

Enviado a 3 semanas atrás
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