


Não há alternativas
Milhares de manifestantes realizaram um protesto em Madrid, neste domingo, em frente à embaixada dos Estados Unidos, em resposta ao que consideraram uma “agressão imperialista” após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Os atos, que reuniram apoiadores do governo venezuelano, incluíram cartazes críticos e simbólicos, como uma imagem que retratava o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, consumindo um galão de petróleo com as cores da bandeira da Venezuela. Uma grande faixa levava a mensagem “Não à agressão imperialista contra a Venezuela”, destacando a postura dos manifestantes em relação à situação política no país sul-americano.
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, havia condenado previamente a intervenção militar, classificando-a como uma violação do direito internacional. Em declarações feitas no sábado, Sánchez alertou que a operação poderia levar a um “horizonte de incerteza e belicismo” na região, enfatizando a necessidade de uma transição “justa e em diálogo” na Venezuela.
Esses protestos refletem um aumento nas tensões políticas e sociais, não apenas entre a Venezuela e os Estados Unidos, mas também em diversas nações onde há preocupações sobre intervenções externas. A oposição ao governo de Maduro, exacerbada pela crise humanitária no país, tem sido um tema recorrente nos debates internacionais, e centenas de movimentos em defesa da soberania venezuelana estão emergindo em várias partes do mundo. A continuação desses protestos pode impactar futuras decisões sobre intervenções externas e política internacional em relação à Venezuela.

Enviado a 7 meses atrás
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