


Não há alternativas
Vera Lúcia, que ocupa o cargo de ministra no Tribunal Superior Eleitoral, estava escalada para palestrar sobre assédio e discriminação em um evento promovido pela AGU e pela Comissão de Ética Pública. Contudo, a entrada do local do evento era controlada por funcionários terceirizados.
De acordo com relatos, os colaboradores não apenas negaram a entrada da ministra, mas também a trataram de forma desrespeitosa, mesmo após ela se идентифицá-la. O advogado-geral da União, Jorge Messias, solicitou a investigação dos funcionários envolvidos por possível discriminação racial.

Enviado a 1 ano atrás
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