


Não há alternativas
Ministro da Educação defende restrição ao EAD na Câmara: "Brasileiro não quer enfermeiro formado 100% por EAD”.
Na última quarta-feira (21), o ministro da Educação, Camilo Santana, apresentou, na Câmara dos Deputados, um decreto que proíbe cursos de graduação a distância em áreas cruciais como Medicina, Direito, Enfermagem e Psicologia. Durante sua exposição, ele enfatizou a disparidade de qualidade entre o ensino presencial e o EAD, afirmando que "ninguém quer ser atendido por um enfermeiro formado totalmente online".
A deputada Adriana Ventura, representante do partido Novo de São Paulo, criticou a proposta, considerando-a elitista e prejudicial para estudantes de baixa renda. Em resposta, Santana refutou qualquer alegação de preconceito contra o EAD, esclarecendo que o objetivo do decreto é regulamentar um setor que cresceu de maneira descontrolada.
A discussão levanta questões importantes sobre a qualidade da educação superior no Brasil e o papel das modalidades de ensino na formação de profissionais essenciais para a sociedade.

Enviado a 1 ano atrás
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