


Não há alternativas
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, solicitou seu afastamento por um período de 90 dias, em meio a investigações relacionadas a acusações de importunação sexual. O pedido foi feito junto com um atestado psiquiátrico que recomenda o afastamento para tratamento médico e ajustes em sua medicação, mencionando também comorbidades cardíacas.
Esse afastamento ocorre após a Corregedoria Nacional de Justiça ouvir o testemunho de uma nova suposta vítima e decidir abrir uma nova reclamação para investigar a conduta do magistrado. Buzzi já enfrentava uma representação anterior, feita por uma jovem de 18 anos, também por acusações de assédio.
Nos bastidores, há expectativa de que o STJ opte pelo afastamento cautelar do ministro enquanto a sindicância se desenrola. A corte manifesta um desejo de responder rapidamente às denúncias, dada a repercussão que o caso está gerando. A defesa de Buzzi tem enfatizado suas dificuldades de locomoção como parte de seus argumentos para contestar as alegações.
O desdobramento desse caso é significativo, não apenas pela gravidade das acusações, mas também pela importância da imagem e da credibilidade do Judiciário em momentos de crescente atenção sobre questões de assédio e comportamento de figuras públicas. A situação levanta debates sobre a responsabilidade dos membros da Justiça e a necessidade de medidas adequadas para lidar com denúncias desse tipo.

Enviado a 4 meses atrás
Não há alternativas
Não há alternativas
Não há alternativas
