


Não há alternativas
Na madrugada de sexta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Tatuí em Copacabana, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) efetuou a prisão de Ernã Brandão Alves, acusado de extorsão. O incidente ocorreu nas proximidades do espelho d’água, onde está localizado o palco do show da artista internacional Shakira. Um homem foi alvo de um grupo que exigiu a exorbitante quantia de R$ 1.800 por uma caipirinha, além de coagi-lo a deixar o local.
A atuação dos agentes foi desencadeada após perceberem o tumulto e intervir prontamente. Ernã foi detido e encaminhado à 12ª Delegacia de Polícia (DP) em Copacabana, enquanto os outros envolvidos conseguiram fugir. A operação teve por objetivo não apenas garantir a segurança do público durante o evento, mas também desmantelar atividades irregulares que costumam ocorrer nas imediações.
A Operação Tatuí, que contou com o suporte da Guarda Municipal e da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb), resultou na apreensão de 12 garrafas de bebidas destiladas, além de carrinhos e estruturas irregulares montadas na areia da praia. Durante a ação, cerca de 40 agentes foram mobilizados e monitoraram a situação por meio de drones, reforçando a estratégia de controle da orla.
As ações estão alinhadas com o Decreto nº 56.160, implementado em maio de 2025, que proíbe o uso de garrafas de vidro na areia, regulamenta barracas e a sonorização na praia. O objetivo maior da operação é manter a ordem e a segurança, minimizando os riscos de acidentes, em especial aqueles ocasionados por objetos cortantes, como vidros.
As repercussões da operação refletem um esforço contínuo das autoridades para garantir uma convivência pacífica e segura em um dos mais movimentados pontos turísticos do Brasil. A luta contra a extorsão e a irregularidade na orla carioca ganha destaque, especialmente em períodos de grande afluxo de visitantes, como o show de Shakira.

Enviado a 3 meses atrás
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