


Não há alternativas
Beatriz Ferreira Duarte, pernambucana de Jaboatão dos Guararapes, completou 115 anos neste domingo (21) e passou a ser destacada como a segunda pessoa mais velha do Brasil. A longevidade da moradora de Pernambuco também chama atenção fora do país: segundo a validação internacional feita pela LongeviQuest em 2023, ela figura entre as pessoas mais velhas do mundo em vida, ocupando a sexta posição no ranking global.
Nascida em 21 de junho de 1911, em Moreno, na Região Metropolitana do Recife, Beatriz construiu a vida ao lado da família e dedicou muitos anos ao lar e à criação dos filhos. O marido dela morreu em 1990. Ao longo da trajetória, a pernambucana enfrentou perdas familiares importantes, entre elas a morte de quatro filhos ainda bebês e de uma filha em 2019.
Mesmo com a idade avançada, Beatriz segue cercada por uma família numerosa. Ela tem três filhos, sete netos, 12 bisnetos e uma tataraneta, o que ajuda a dimensionar a rede de afeto que a acompanha nesta fase da vida. A data de 115 anos reforça a raridade do caso e coloca o nome dela entre os registros mais longevos já acompanhados no Brasil.
A referência à segunda pessoa mais velha do país leva em conta o quadro divulgado até aqui, com Yolanda Beltrão de Azevedo também com 115 anos. Em casos como esse, a posição exata pode variar conforme novas validações e atualizações de registros de longevidade, mas o fato central é que Beatriz está entre as brasileiras mais idosas já reconhecidas.
A história de Beatriz Ferreira Duarte chama atenção não apenas pela idade, mas também pelo contexto de uma vida atravessada por perdas, família numerosa e reconhecimento internacional. Em um país de dimensões continentais como o Brasil, casos de supercentenários seguem raros e costumam despertar interesse justamente por reunirem memória, longevidade e trajetória familiar em um mesmo registro.

Enviado a 2 horas atrás
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