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Porto Alegre registra primeiro caso de mpox em 2026
A Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre confirmou o primeiro caso de mpox, doença causada pelo mpox vírus (MPXV), em 2026. A informação foi divulgada em uma nota oficial publicada no site da Prefeitura na terça-feira, 17 de janeiro. De acordo com os dados, o paciente reside em Porto Alegre, mas contraiu a infecção fora do estado do Rio Grande do Sul.
A mpox, que apresenta preocupações significativas em termos de saúde pública, é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções e saliva de pessoas que já estão infectadas. O comunicado não forneceu detalhes adicionais sobre a condição do paciente confirmado, mas sublinhou a importância de medidas preventivas, especialmente com a aproximação do Carnaval, um período marcado por grandes aglomerações e festas.
Raquel Carboneiro, enfermeira e gerente interina da Vigilância Epidemiológica, enfatizou que os foliões devem estar atentos a possíveis erupções cutâneas. “Antes de sair, é essencial examinar a pele e observar a presença de erupções, bolhas ou feridas, especialmente nas áreas genital, boca, mãos e pés”, alertou.
Em 2025, Porto Alegre registrou 11 casos da doença, sinalizando uma necessidade de vigilância constante. À medida que o Carnaval se aproxima, especialistas em saúde pública reforçam a relevância de campanhas de conscientização para educar a população sobre os riscos e formas de prevenção.
O reconhecimento deste primeiro caso em um novo ano leva a um alerta para a comunidade, destacando a importância de se manter informado sobre a saúde e de adotar práticas seguras, especialmente em períodos de festividades. O impacto da mpox na saúde pública é um assunto que merece atenção redobrada, dado o potencial de transmissão da doença em locais com alta densidade de pessoas.

Enviado a 5 meses atrás
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