


Não há alternativas
A cada novo incidente, a discussão sobre pitbulls volta à tona. A origem do problema reside na raça, na responsabilidade dos tutores ou na carência de normas mais rigorosas? Existem defensores da proibição da criação de cães considerados potencialmente perigosos, mas muitos acreditam que o foco deve ser a educação dos proprietários, a socialização dos animais e iniciativas de conscientização pública.
Enquanto isso, relatos de ataques continuam a gerar insegurança e polarização. É viável encontrar um equilíbrio entre segurança pública, proteção animal e liberdade individual? Este assunto foi abordado no programa Conversas Cruzadas na última terça-feira (11).
No debate, participaram o deputado estadual Elizandro Sabino (PRD) e o médico veterinário Henrique Noronha, secretário-geral do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul.
Sabino apresentou na Assembleia Legislativa um projeto que visa proibir a criação e comercialização, além de limitar a circulação de cães da raça pitbull e suas variações no estado. Conforme a proposta, os cães dessa raça teriam que ser castrados obrigatoriamente a partir dos seis meses de idade.
O deputado enfatizou que o projeto não contempla eutanásia, mas sim a extinção da raça ao longo do tempo. Noronha contestou, classificando a medida como um extermínio gradual.

Enviado a 7 meses atrás
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