


Não há alternativas
Jorge Sampaoli acionou o Atlético-MG na CNRD da CBF cobrando R$ 10 milhões, valor que, segundo a informação disponível, corresponde à multa rescisória pelo encerramento do contrato em fevereiro. O treinador argentino e sua comissão técnica alegam que o acordo firmado não foi cumprido como previsto.
De acordo com o conteúdo base, havia sido combinado que os R$ 10 milhões seriam pagos em 15 parcelas de R$ 666,6 mil, mas apenas uma parcela teria sido quitada até agora. A cobrança, portanto, gira em torno do saldo restante e coloca novamente em evidência a relação entre o técnico e o clube mineiro após o fim da passagem.
Sampaoli comandou o Atlético-MG em um período de forte expectativa, em meio a um calendário pesado e à pressão por resultados. Em casos como esse, a disputa deixa de ser apenas esportiva e passa também para o campo jurídico e financeiro, algo que costuma chamar atenção no futebol brasileiro, especialmente quando envolve valores altos e contratos encerrados de forma recente.
Para o Atlético-MG, a situação adiciona mais um capítulo a um cenário que exige atenção fora das quatro linhas. Já para Sampaoli, a medida representa a tentativa de garantir o pagamento do que entende ser devido após a rescisão, reforçando que o desfecho da relação ainda não está totalmente pacificado.
Enquanto o caso segue na esfera da CNRD da CBF, o episódio permanece relevante porque pode gerar novos desdobramentos entre clube e comissão técnica. Em um futebol cada vez mais pressionado por compromissos esportivos e financeiros, disputas como essa continuam tendo impacto direto na rotina dos clubes e no noticiário nacional.

Enviado a 2 meses atrás
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