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Sergipe apresenta um aumento significativo nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme aponta o Boletim InfoGripe da Fiocruz. O levantamento, que abrange a semana de 22 a 28 de março, revela que o estado, juntamente com 17 outras unidades da federação e o Distrito Federal, opera em níveis de alerta, variando de moderado a alto. A capital, Aracaju, está entre as 14 cidades que destacam índices preocupantes da síndrome.
Os dados epidemiológicos mostram que, entre os casos positivos de SRAG analisados, 27,4% foram causados pelo vírus influenza A, 1,5% pelo influenza B, 17,7% pelo vírus sincicial respiratório, 45,3% pelo rinovírus e 7,3% pelo Sars-CoV-2, agente causador da Covid-19. Em relação aos óbitos registrados, a distribuição dos vírus é similar, com 36,9% relacionados ao influenza A, 2,5% ao influenza B, 5,9% ao vírus sincicial respiratório, 30% ao rinovírus e 25,6% ao Sars-CoV-2.
Esses números refletem uma preocupação crescente com a saúde pública em Sergipe e destacam a necessidade de acompanhamento contínuo da situação epidemiológica na região. A Fiocruz alerta que a situação deve ser monitorada de perto, à medida que o estado se junta a outros locais que enfrentam desafios semelhantes em relação a síndromes respiratórias agudas.

Enviado a 4 meses atrás
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