


Não há alternativas
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, morreu na noite de quarta-feira, 4 de março de 2026, enquanto estava sob custódia da Polícia Federal em Belo Horizonte. Ele estava preso na Superintendência Regional da PF em Minas Gerais e era um dos alvos da Operação Compliance Zero, que investiga uma série de atividades ilícitas.
Segundo informações da Polícia Federal, Mourão teria atentado contra a própria vida dentro da unidade prisional. Os agentes que estavam presentes prestaram os primeiros socorros e realizaram manobras de reanimação. Em seguida, ele foi levado ao Hospital João XXIII, onde foi confirmada a morte encefálica, tendo o paciente não resistido aos ferimentos.
O incidente foi comunicado ao gabinete do ministro André Mendonça, que é relator do inquérito correspondente no Supremo Tribunal Federal. A Polícia Federal também anunciou que enviará registros em vídeo do evento para esclarecer a dinâmica que levou à morte de Mourão. Além disso, um procedimento interno foi aberto para investigar as circunstâncias do ocorrido.
A morte de “Sicário” ocorre em um contexto de crescente atenção sobre a segurança e os procedimentos de custódia em instituições penitenciárias no Brasil, refletindo preocupações sobre a saúde mental e a integridade dos detentos. A Operação Compliance Zero, da qual Mourão fazia parte, visa combater práticas de corrupção e espionagem, fatores que tornam a investigação ainda mais sensível e relevante para o cenário político e social do país.

Enviado a 5 meses atrás
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