


Não há alternativas
Silvio Matos, executivo da Libra, respondeu às críticas do Flamengo sobre os contratos de transmissão. Ele questionou: “Como pode perder o que nunca teve?”
Matos explicou que a comparação entre os R$ 300 milhões do passado e os R$ 200 milhões atuais não faz sentido. “A discussão gira em torno de um contrato antigo. O Flamengo fala dos R$ 300 milhões, mas é importante lembrar que desse total, havia um mínimo garantido de R$ 175 milhões, que não existe mais.”
Ele também destacou o impacto da Lei do Mandante. “No contrato anterior, o Flamengo comercializava 38 jogos, enquanto o atual se refere a apenas 19. Isso resulta em uma diferença significativa: no passado, recebia cerca de R$ 7,9 milhões por jogo, enquanto no novo contrato, o valor é de R$ 10,5 milhões por jogo.”
Matos reforçou que não adianta discutir o que já passou. “Se existisse uma proposta de R$ 100 milhões a mais pelos direitos do Flamengo, eu estaria ciente. Mas isso nunca ocorreu. Portanto, não faz sentido afirmar que eu perdi um negócio que não tive.”
Essa análise levanta questionamentos sobre a viabilidade das comparações financeiras entre diferentes contratos e a evolução do mercado de transmissão.

Enviado a 9 meses atrás
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