


Não há alternativas
O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), que foi indicado pela Polícia Federal no âmbito do inquérito da “Abin paralela”, manifestou-se nas redes sociais, alegando que a investigação possui motivação política e teria vínculos com as eleições de 2026. Ele questionou: “Alguém tinha alguma dúvida de que a PF do Lula faria isso comigo?”.
Carlos é identificado como um dos líderes do chamado “gabinete do ódio”, um grupo que supostamente utilizou informações obtidas de forma ilegal pela Abin para atacar opositores nas plataformas digitais. De acordo com a Polícia Federal, esse esquema foi montado por Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, com a anuência de Jair Bolsonaro.
A apuração aponta que o grupo monitorava autoridades dos Três Poderes e jornalistas. O atual diretor da Abin, Luiz Fernando Corrêa, também foi indiciado por suspeitas de obstrução das investigações durante o governo Lula. Entre os alvos da operação estaria o ministro Alexandre de Moraes.

Enviado a 1 ano atrás
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