


Não há alternativas
Vinte anos após os Jogos Olímpicos de Inverno de 2006, as instalações utilizadas na competição nos Alpes italianos estão em estado de abandono. Com um custo estimado em R$ 36,3 bilhões, locais como a pista de bobsled e a rampa de salto em esqui do Centro Olímpico de Cesana Pariol agora estão deteriorados, cobertos por vegetação e grafites.
Após os Jogos de Inverno de 2006, algumas das instalações continuaram em uso, mas a pista de bobsled foi desativada em 2012. A estrutura de Pragelato, que chegou a acolher até nove mil espectadores, se tornou um símbolo do desperdício associado ao legado olímpico. Críticas foram levantadas sobre a falta de planejamento para a utilização das instalações após os eventos, gerando preocupações sobre o impacto econômico e social das competições.
Para evitar repetir esse cenário em 2026, os organizadores dos Jogos Olímpicos de Inverno, que terminaram recentemente, decidiram priorizar o uso de estruturas já existentes ou temporárias. De acordo com o comitê organizador, cerca de 85% das arenas foram projetadas para se integrarem a essa estratégia. Além disso, a Vila Olímpica, em um esforço para garantir um legado duradouro, será convertida em moradias estudantis, o que pode contribuir para a revitalização das áreas afetadas.
Essa abordagem mais sustentável poderá influenciar futuras edições de grandes eventos esportivos, na busca por um legado que beneficie as comunidades locais e previna o abandono das instalações.

Enviado a 5 meses atrás
Não há alternativas
Não há alternativas
Não há alternativas
