


Não há alternativas
O Congresso dos Estados Unidos iniciou uma investigação sobre Gianni Infantino, presidente da FIFA, para apurar sua relação com Donald Trump, ex-presidente americano. O inquérito é conduzido por Jamie Raskin, membro do Partido Democrata e crítico político de Trump, que busca esclarecer possíveis influências entre os dois líderes nas suas respectivas administrações.
A apuração ganhou destaque após a FIFA abrir, em 2025, um escritório na Trump Tower, em Manhattan, sede da organização ligada a Trump. Pouco tempo depois, o ex-presidente americano foi agraciado com o “Prêmio da Paz da FIFA”, entregue por Infantino. A proximidade entre os dois se intensificou durante a Copa do Mundo, quando Trump admitiu ter telefonado para Infantino para solicitar a revisão da expulsão do jogador Balogun. Embora o presidente da FIFA tenha confirmado o contato, ele afirmou que não houve interferência na decisão de manter a anulação da expulsão.
Essa investigação ocorre em um momento em que o futebol mundial está sob os holofotes, especialmente em um ano de Copa do Mundo, quando a credibilidade das instituições que regem o esporte é fundamental para o calendário internacional e para a imagem das competições. A apuração sobre a relação entre Infantino e Trump pode impactar a percepção sobre a governança da FIFA e sua atuação durante eventos de grande visibilidade, como o Mundial.
O desenrolar desse processo será acompanhado de perto por clubes, seleções e torcedores, já que a FIFA desempenha papel central no futebol global e suas decisões influenciam diretamente o mercado da bola e o calendário esportivo. Até o momento, não há confirmação de novas medidas ou consequências para Infantino, mas o caso reforça a importância da transparência na gestão das entidades esportivas em um ano decisivo para o futebol.

Enviado a 1 hora atrás
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