


Não há alternativas
Uma pesquisa da empresa The Line colocou Argentina e Brasil em destaque entre torcidas e seleções mais associadas à beleza na Copa do Mundo, em um levantamento que mistura futebol, imagem pública e curiosidade de mercado. O estudo ouviu 3 mil fãs de futebol nos Estados Unidos e apontou os argentinos como a torcida mais bonita, com o Brasil em segundo lugar e os próprios norte-americanos fechando o top 3.
No recorte sobre treinadores, Lionel Scaloni, da Argentina, foi escolhido como o técnico mais bonito. Carlo Ancelotti, do Brasil, apareceu na segunda posição, enquanto Mauricio Pochettino, dos Estados Unidos, ficou em terceiro. O resultado chama atenção porque reúne três seleções que devem seguir sob forte observação no ciclo da Copa do Mundo de 2026, especialmente em um momento em que imagem, carisma e presença pública também ajudam a ampliar o interesse em torno das equipes.
Entre as seleções, o Brasil foi apontado como o elenco mais bonito. A leitura é subjetiva e faz parte do tipo de pesquisa que costuma circular às vésperas de grandes torneios, quando o interesse do público vai além do desempenho em campo e alcança também a percepção sobre jogadores, comissão técnica e identidade das equipes. Para o futebol brasileiro, esse tipo de levantamento reforça a visibilidade da seleção em um período em que cada detalhe de exposição ganha peso.
No ranking de jogadores, o norte-americano Christian Pulisic liderou com ampla vantagem. O pódio foi todo dos Estados Unidos, com Cristian Roldan em segundo e Chris Brady em terceiro. O resultado mostra que, ao menos nesse recorte, o público ouvido pela pesquisa associou mais fortemente os atletas dos Estados Unidos à imagem de jogador mais bonito do que nomes de outras seleções tradicionais.
A pesquisa foi feita com 57% de homens, 42% de mulheres e 1% de pessoas não binárias, com idade média de 37,6 anos. Esse perfil ajuda a contextualizar o resultado, já que o levantamento reflete a percepção de um grupo específico de torcedores e não um parâmetro esportivo. Ainda assim, o estudo ganhou repercussão por envolver Argentina, Brasil e Estados Unidos, seleções que estarão sob os holofotes no ciclo da Copa e em um cenário de maior atenção ao futebol internacional.
Para o torcedor, o dado tem mais valor como curiosidade do que como indicador esportivo. Mas, em ano de Copa do Mundo, pesquisas desse tipo costumam ganhar espaço porque ajudam a medir a força de imagem das seleções fora das quatro linhas. No caso do Brasil, a presença entre os primeiros colocados em diferentes categorias reforça a permanência da seleção como uma das marcas mais reconhecidas do futebol mundial.

Enviado a 4 dias atrás
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