


Não há alternativas
Depoimentos obtidos pela Polícia Civil e pelo Ministério Público indicam que Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, teria retirado cerca de R$ 100 mil em espécie por mês do clube entre janeiro de 2021 e janeiro de 2026. Segundo as testemunhas, esses valores eram registrados como “ações promocionais” e, posteriormente, justificados como compra de ingressos, mas não há registro desses ingressos na contabilidade do São Paulo.
A investigação, que ocorre em sigilo, apura a origem e o destino dessas movimentações financeiras. A defesa de Julio Casares afirmou que todas as retiradas tiveram origem lícita, estavam devidamente contabilizadas e foram destinadas a despesas relacionadas aos jogos do clube paulista. Além disso, repudiou o vazamento de informações sigilosas da apuração.
O caso ganha relevância no contexto do futebol brasileiro em 2026, ano de Copa do Mundo, quando a gestão dos clubes e a transparência financeira são temas importantes para o mercado da bola e para a credibilidade das instituições esportivas. O São Paulo, um dos principais clubes do país, ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto. O desdobramento dessa investigação pode impactar a imagem do clube e sua administração nos próximos meses, especialmente em um período decisivo para o calendário nacional e internacional.

Enviado a 2 semanas atrás
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