


Não há alternativas
A Globo estima que a pirataria no futebol gera uma perda de aproximadamente R$ 500 milhões anualmente. O canal Premiere, especializado em transmissões esportivas, arrecada cerca de R$ 750 milhões por ano. Assim, se não houvesse a pirataria, o faturamento ultrapassaria a marca de R$ 1 bilhão.
Manuel Belmar, que ocupa o cargo de diretor de produtos digitais, finanças, jurídico e infraestrutura na Globo, revelou que, para cada cinco pessoas que assistem ao Premiere, quatro não pagam pelo serviço.
O problema da pirataria no setor esportivo continua a ser um desafio significativo, impactando diretamente os lucros das transmissões e a sustentabilidade da programação de qualidade.

Enviado a 8 meses atrás
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