


Não há alternativas
A vereadora Laina Crisóstomo (PSOL) se despediu da Câmara Municipal de Salvador durante a última sessão plenária da legislatura, ocorrida na terça-feira (17). Não reeleita, Laina utilizou seu discurso emocionante para relembrar sua trajetória e ressaltar a importância da representatividade em sua atuação política.
Ela enfatizou que “vai demorar um pouco” para que a Câmara conte novamente com uma representante como ela, definindo-se com orgulho: “preta, sapatão, macumbeira, gorda, com 50 tatuagens, defensora do aborto, mãe, advogada feminista, assumidamente macumbeira, maconheira e não monogâmica”. Apesar das dificuldades, ressaltou sua contribuição para abrir portas, permitindo que mulheres em Salvador assumam papéis de liderança sem precisar se conformar a padrões convencionais ou limitações impostas pela sociedade.
Laina deixa um legado importante, simbolizando a luta pela diversidade e a inclusão de vozes marginalizadas na política local. Sua jornada inspira futuras gerações a ocuparem espaços de poder, afirmando sua identidade e defendendo seus direitos.

Enviado a 1 ano atrás
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