


Não há alternativas
O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, anunciou nesta quinta-feira (30 de abril de 2026) a demissão de 1.477 servidores comissionados como parte de um processo de reestruturação administrativa. Essa medida acontece em um intervalo de quase 40 dias e visa eliminar um total de cerca de 1.600 cargos nas secretarias da Casa Civil e de Governo. A intenção é combater a presença de servidores “fantasmas” e gerar uma economia anual estimada em R$ 85 milhões.
As exonerações impactaram setores estratégicos do governo, incluindo a presidência do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e diversas diretorias do Rioprevidência, o fundo de previdência do estado. Renato Jordão, que ocupava a liderança do Inea e era próximo do ex-governador Cláudio Castro, foi substituído pela engenheira florestal Denise Marçal Rambaldi. No Rioprevidência, as demissões ocorrem em meio a investigações do Ministério Público sobre aportes irregulares que somam R$ 118 milhões.
Essa reestruturação é parte de uma estratégia mais ampla do governo para aumentar a transparência e a eficiência na administração pública, surpresas que ainda podem ter desdobramentos e repercussões significativas na gestão financeira do estado. Com esta ação, o governo busca também reforçar a confiança da população nas instituições e na governança, principalmente em um momento de crescente fiscalização e demanda por maior responsabilidade fiscal.

Enviado a 3 meses atrás
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