


Não há alternativas
A Copa do Mundo de 2026 terá uma mudança importante na forma de apontar os melhores jogadores do torneio. A FIFA vai usar um sistema de Inteligência Artificial, chamado de Power Ranking, para medir e destacar o desempenho de cada atleta que entrar em campo.
Até a edição de 2022, essa escolha era feita a partir de notas atribuídas por jornalistas e ex-atletas. Agora, a avaliação passará a ser conduzida por um computador, seguindo regras previamente definidas pela entidade.
Na prática, a novidade altera a forma como a Copa do Mundo será acompanhada também fora das quatro linhas. Além do resultado de cada partida, o desempenho individual dos jogadores passa a ganhar ainda mais peso em um torneio que costuma projetar nomes para o futebol mundial.
Para a Seleção Brasileira, isso aumenta a atenção sobre cada atuação. Em uma competição de tiro curto, qualquer destaque pode influenciar a percepção sobre atacantes, meias, zagueiros e goleiros, especialmente em um ano em que o Mundial concentra grande parte do interesse do torcedor.
A mudança também reforça a tendência de uso de tecnologia no futebol, algo que já vem aparecendo em diferentes áreas do esporte. Agora, a discussão deixa de ser apenas sobre quem decide os melhores em campo e passa a incluir como esses critérios serão calculados.
Com isso, a Copa do Mundo de 2026 ganha mais um elemento de debate entre torcedores, analistas e os próprios jogadores. Em um torneio que já carrega enorme peso esportivo e simbólico, qualquer ferramenta usada para medir desempenho tende a chamar atenção e influenciar a leitura sobre quem realmente brilhou no Mundial.

Enviado a 2 semanas atrás
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