


Não há alternativas
O Japão manteve a invencibilidade na VNL 2026 ao vencer a Eslovênia por 3 sets a 1, em mais uma atuação que reforça a consistência da equipe na competição. A seleção japonesa saiu atrás no placar, mas conseguiu reagir com organização e eficiência para confirmar o resultado e seguir sem derrotas no torneio.
A partida também marcou o primeiro revés da Eslovênia na atual edição da Liga das Nações. Antes do confronto com o Japão, os eslovenos vinham de três vitórias, todas definidas apenas no tie-break, o que já indicava uma campanha competitiva, mas também desgastante. Desta vez, a equipe não conseguiu sustentar o mesmo padrão diante de um adversário que soube controlar melhor os momentos decisivos do jogo.
Entre os destaques individuais, Ishikawa foi o maior pontuador da partida, com 23 pontos e três aces, liderando o ataque japonês. Nishida também teve participação importante, com 17 pontos, incluindo três aces e um bloqueio, enquanto Ran somou 16. Pelo lado esloveno, T. Štern terminou com 21 pontos, seguido por Mujanović, com 18, em uma tentativa de manter a equipe viva na disputa.
O desempenho japonês chama atenção não apenas pelo resultado, mas pela forma como a equipe conseguiu responder após perder o primeiro set. Em uma competição de alto nível como a VNL, a capacidade de virar partidas e manter regularidade costuma ser um diferencial importante na briga por posições mais altas na tabela e por confiança ao longo da fase classificatória.
Para a Eslovênia, a derrota interrompe uma sequência positiva, mas não apaga o início competitivo na Liga das Nações. O fato de as três vitórias anteriores terem sido conquistadas no tie-break mostra uma equipe resiliente, embora ainda sujeita a oscilações quando enfrenta seleções mais organizadas em volume de jogo e execução.
A VNL 2026 segue como uma vitrine importante para seleções que buscam consolidar elenco, ganhar ritmo e medir forças antes das etapas mais decisivas da temporada internacional. Nesse cenário, o Japão amplia sua imagem de equipe sólida e difícil de ser batida, enquanto a Eslovênia sai com a necessidade de ajustar detalhes para voltar a competir com a mesma eficiência das rodadas anteriores.

Enviado a 2 dias atrás
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