


Não há alternativas
A Câmara Municipal do Recife deliberou nesta terça-feira, 3 de outubro de 2026, sobre um pedido de impeachment contra o prefeito João Campos, do PSB. A proposta foi rejeitada em votação, com 25 vereadores se posicionando contra, 9 a favor e uma abstenção. A votação não atingiu o mínimo necessário de 19 votos a favor para que o processo avançasse para a fase de investigação, que requer uma análise mais detalhada.
O pedido de impeachment foi apresentado pelo vereador Eduardo Moura, do partido Novo, que acusou o prefeito de crime de responsabilidade e improbidade administrativa. A denúncia se baseou na nomeação de um procurador para uma vaga destinada a pessoas com deficiência (PcD). Moura argumentou que o candidato havia participado do concurso de 2022 fora da cota PcD e somente em 2025 apresentou laudo que o qualificava para a vaga, tornando-se o primeiro colocado nessa categoria.
Com a rejeição do pedido, o processo foi arquivado e não seguirá para análise em comissão. O episódio revelou a divisão política na Câmara e levantou questões sobre a nomeação de pessoas em cargos públicos, especialmente em relação a políticas de inclusão.
Este desdobramento pode ter implicações relevantes nas futuras decisões da administração municipal e na condução de políticas referentes a inclusão e acessibilidade. A rejeição do impeachment também reflete o apoio considerável que João Campos mantém entre os vereadores, o que pode influenciar a sua governabilidade nas questões que afetarão a cidade nos próximos meses.

Enviado a 6 meses atrás
Não há alternativas
Não há alternativas
Não há alternativas
